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Plataforma de virtualização da NVIDIA acaba com filas na ilha de edição

 
 
Com a plataforma de virtualização de gráficos NVIDIA GRID, a emissora filiada da rede Globo, EPTV, permite que editores de vídeo trabalhem de sua própria mesa, em sua própria máquina

Muito além do seu ar condicionado nas temperaturas mais baixas, as ilhas de edição de emissoras de TV e suas produtoras de conteúdo são conhecidas, principalmente, pelas máquinas robustas – e caras -, capazes de renderizar efeitos especiais incríveis no menor tempo possível. Entretanto, a virtualização de workstations com processadores gráficos da NVIDIA tem conquistado o seu espaço nesses locais possibilitando, cada vez mais, que os editores de vídeo tenham mais liberdade para terminarem seus trabalhos em qualquer hora e em qualquer local.

Afiliada da Rede Globo, a EPTV é uma emissora que transmite sua programação em quatro praças: São Carlos, Campinas, Ribeirão Preto no estado de São Paulo; e Varginha , no sul de Minas, tendo, como principal produto, o dinamismo e agilidade do jornalismo. Lá, a equipe de tecnologia implementou um sistema de VDI (Infraestrutura de Desktop Virtual) que trabalha com processadores NVIDIA K1 para dar mobilidade aos editores de matérias para cada uma dessas regiões.

“Criamos estações virtuais para atender o núcleo de jornalismo, que é composto por Jornalistas, os quais são os editores de texto e Editores de Imagem. Os Jornalistas também são responsáveis por fazer o “esqueleto” da matéria, que é uma pré-edição do que será veiculado e são os usuários deste sistema virtualizado. Este esqueleto é enviado para os Editores de Imagens, que finalizam a matéria e a inserem nos servidores de exibição para posteriormente ‘ir ao ar’ pelos profissionais que descarregam o material filmado e o editam antes de chegar ao diretor de imagens. Esses diretores de imagem fazem o que chamamos de esqueleto, que é um roteiro para os editores montarem e finalizarem a matéria como vemos na TV”, explica Rafael Sanchez Pinotti, Técnico de Desenvolvimento Tecnológico e Operacional da EPTV.

“A virtualização nos permite entregar maior agilidade aos editores de jornalismo que estão sempre correndo contra o tempo”, explica Rafael, que aponta também outro grande benefício: o fim da fila para usar os concorridos computadores da ilha de edição. “O núcleo físico de edição conta com estações de edição tradicionais para os as quais os editores tinham sempre que se deslocar frequentemente para fazer as edições, sua edição, por mais simples que fosse fossem. Atualmente, essas pessoas nem vão mais à ilha beneficiando toda a equipe. Ao invés disso, elas utilizam as estações virtualizadas”, diz.

Em relação aos custos, o gerente da linha Enterprise da NVIDIA para América Latina, Marcio Aguiar, explica que a própria característica de mobilidade faz com que a emissora economize ao médio prazo em infraestrutura. “Após o investimento inicial semelhante ao de uma estação física, a virtualização da ilha de edição permite que os números de estações para esse fim aumente sem que seja feito qualquer grande investimento em hardware”, explica. “Além do custo, é importante citar que as produtoras de conteúdo ganham também a liberdade de mover uma estação originalmente concebida para editar textos para outro fim mais avançado sem grandes mudanças estruturais”.

Para o editor de rede Ricardo Manzato Aranha, os maiores beneficiados na EPTV são os redatores, que ganham mais agilidade. “A possibilidade de editar vídeos no mesmo computador que usamos para escrever textos e produzir reportagens facilita muito na rotina da redação. Muitas vezes estamos marcando uma reportagem, aguardando ligações e temos algo para editar. Nessas horas, não ter que se deslocar para as ilhas de edição ajuda bastante a ganhar tempo e manter a concentração no trabalho”, complementa.

Quanto ao futuro da ilha de edição, Rafael acredita que a virtualização possa se tornar padrão. No começo, o intuito era usá-la para tarefas simples, como transferir um material em vídeo para a máquina física e pequenos cortes no roteiro, mas nos surpreendemos com a performance e hoje realizamos edição da matéria do começo ao fim. Mesmo que atualmente as estações virtuais não substituam completamente a ilha de edição tradicional, elas certamente complementam o sistema e nada deixam a desejar tecnicamente em relação às estações físicas. É uma ferramenta diferente, com um foco em mobilidade e praticidade. Vejo como possível pensar em um ambiente 100% virtualizado no futuro”, finaliza Manzato.

Sobre a EPTV
A EPTV, Emissoras Pioneiras de Televisão, é composta por quatro emissoras afiliadas à Rede Globo, com sedes no interior de São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos) e no Sul de Minas (Varginha). Sua área de cobertura abrange 300 cidades, no total. Inaugurada em 1979 pelo empresário José Bonifácio Coutinho Nogueira (fundador e primeiro presidente da TV Cultura), que desenvolveu um projeto de emissoras regionais comprometidas em produzir e exibir uma televisão de qualidade, a EPTV, hoje, é sinônimo de bons conteúdos, inovação tecnológica e evolução dos mercados regionais.

A EPTV já no ano de 2000 foi a primeira emissora brasileira - afiliada da Rede Globo - a operar um sistema integrado de captação, edição e exibição de conteúdo jornalístico totalmente digital. Atualmente, a EPTV já transmite o sinal digital em todas as suas emissoras. Após três décadas de história, o pioneirismo do grupo continua fazendo parte do nome e das ações da EPTV.

Sobre a NVIDIA
NVIDIA (NASDAQ: NVDA) é uma empresa de tecnologia computacional pioneira em computação acelerada por GPUs. Ela tem como alvo os usuários mais exigentes — jogadores, designers e cientistas — com produtos, serviços e software que potencializam experiências incríveis em realidade virtual, inteligência artificial, visualização profissional e carros autônomos. Mais informações no site http://nvidianews.nvidia.com/.

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